| Apresentação e objetivo geral |
| Objetivo geral da Igreja no Brasil |
| Organização da pastoral Diocesana |
| Setores pastorais da Diocese |
| Linha 1 |
| Dimensão comunitária e participativa |
| Linha 2 |
| Dimensão missionária |
| Linha 3 |
| Dimensão bíblico-catequética |
| Linha 4 |
| Dimensão litúrgica |
| Linha 5 |
| Dimensão ecumênica e diálogo inter – religioso |
| Linha 6 |
| Dimensão sócio-transformadora |
6.7. PASTORAL DA COMUNICAÇÃO
Justificativa:
"Evangelizar é Comunicar" (Puebla 1063). Apesar da CNBB, sentindo a gravidade da situação, colocar a comunicação como primeiro destaque na Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, ainda se sente a necessidade urgente da comunicação interna e externa da Igreja.
Objetivo Geral:
Estruturar o setor de comunicação em cada paróquia, com recursos e pessoas, dando formação técnica, espiritual e eclesial aos comunicadores, formando a consciência crítica, aproximando os profissionais da Igreja e utilizando melhor os espaços adquiridos e oferecidos.
Objetivos Específicos:
- Explorar matérias com testemunhos cristãos.
- Cada Paróquia ter seu e-mail próprio.
- Programação evangelizadora para rádios comerciais.
- Melhorar a participação nas TV’s Católicas, rever as missas gravadas.
- Formação do banco de dados Católico.
- Objetivos para cada área:
Impresso
- Profissionalismo na produção dos materiais.
- Necessidade de que cada paróquia possa ter um profissional com formação de Pastoral dos meios de comunicação, como também a reciclagem com os membros que fazem parte da equipe.
- Curso de comunicação popular impressa, por correspondência.
- Que cada paróquia tenha o seu jornal ou boletim informativos.
- Elaboração da Agenda Diocesana.
- Produzir materiais de divulgação de eventos.
Rádio
- O rádio é um dos meios mais eficazes. Qualificar o Programa “Recado de Vida”.
- Formação de locutores tanto na igreja local como na Pastoral dos meios de comunicação social.
- Evangelização através de uma programação normal, dentro de uma rádio comercial.
- Filtrar as notícias e músicas.
- Apoiar e participar do trabalho e da articulação das Rádios Comunitárias.
TV
- Melhorar os espaços já adquiridos e aproveitar espaços que forem oferecidos.
- Formação da consciência crítica, através dos grupos de reflexão.
- Rever as missas gravadas.
- Aproveitamento das TV’s comunitárias.
Informática
- Formação do Banco de Dados Sacramental.
- Cada organismo ter o seu e-mail próprio, diminuindo custos.
- Dar continuidade à montagem do Provedor de Internet para o banco de dados.
- Instalação do Office Eclesial.
- Não permitir a pirataria ou uso de softwares não registrados.
Diretrizes:
- Criar e fortalecer as Equipes de Pastoral da Comunicação, em nível paroquial.
- Criar e/ou fortalecer serviços diocesanos de comunicação com profissionais da área.
- Incluir e fortalecer, nos cursos de filosofia e teologia, formação específica sobre Pastoral da Comunicação.
- Proporcionar formação e capacitação aos agentes da Pastoral da Comunicação.
- Organizar de forma centralizada os programas de informatização paroquiais e diocesanos permitindo que eles funcionem de forma integrada.
- Criar e manter uma rede de repórteres no na Diocese com um repórter em cada paróquia, com vistas à organização de uma central de notícias.
- Organizar um dossiê dos materiais da Diocese divulgados na imprensa.
- Tornar conhecidas as experiências existentes em comunicação.
- Zelar pela imagem pública da Diocese e da Igreja.
Atividades Permanentes:
- Mobilização, formação e organização de equipes de comunicação, em nível paroquial em sintonia com o Regional, Diocese e setores.
- Cursos de comunicação para agentes de Pastoral, comunidades eclesiais e grupos diversos.
- Treinamento para leitura crítica da comunicação – LCC para agentes de Pastoral, comunidades eclesiais, escolas e grupos diversos.
- Encontros específicos para Agentes da Pastoral da Comunicação.
- Assessoria de Imprensa.
- Pastoral dos Comunicadores Profissionais.
- Integração de atividades com as demais Pastorais através de encontros, cursos e veiculação de informações.
Prioridades:
- Mobilização, formação e organização de Equipes de Comunicação, em nível paroquial em sintonia com o Regional, Diocese e setores.
- Educação para o senso crítico e para a comunicação popular através de cursos e encontros.
- Formação de um Banco de Dados Sacramental.
- Formação e integração de Programas Sacramentais.
Projetos:
- Encontros de formação da Pastoral da Comunicação.
- Dinamizar a Pastoral da Comunicação, em nível paroquial.
- Encontro de formação Pastoral para locutores, redatores e web designers.
Organização:
- Assessor e equipe.
6.8. CÁRITAS
A Cáritas tem sua origem nas primeiras comunidades cristãs, quando os apóstolos, impossibilitados de atender aos órfãos e às viúvas, decidem criar os diáconos a fim de que estes se ocupassem dos serviços de caridade. Atos 6, 4-14.
Objetivo Geral:
A Cáritas tem como objetivo geral atuar nas situações de emergências naturais ou sociais, dentro dos princípios da caridade libertadora, visando, com uma consciência crítica da realidade, possibilitar que as pessoas assumam opções transformadoras, democráticas e solidárias.
Objetivos Específicos:
- Animar as comunidades cristãs no exercício da caridade.
- Promover o desenvolvimento de uma caridade ativa libertadora.
- Participar na construção de uma Sociedade Justa e Fraterna.
- Ser porta-voz daqueles que não têm voz.
Linhas de Ação:
- Dinamizar a pastoral social.
- Atuar nas situações de emergências.
- Apoiar a implantação de projetos que contribuam para o crescimento e desenvolvimento da população local.
- Apoiar os movimentos populares sem interferir na sua organização.
- Promover encontros de informação para agentes da pastoral social.
- Assessorar as novas pastorais sociais e as que estão em dificuldade de organização.
- Incentivar a realização de semanas sociais na Diocese.
- Incentivar a criação de subsídios de estudos voltados para as problemáticas sociais da Diocese.
- Solicitar das autoridades eclesiásticas da Diocese a inclusão no currículo dos seminários matérias voltadas para a promoção social.
Estratégias:
- Realizando encontros de formação.
- Promovendo campanhas de solidariedade.
- Intensificando e apoiando os projetos existentes.
- Somando forças com outras pastorais e segmentos em busca de soluções.
- Buscando apoio do clero de Santo Amaro.
Organização:
- Reuniões mensais e encontros.
- Boletins informativos.
6.9. PASTORAL INDIGENISTA
Objetivo Geral:
Ser presença de Igreja nas comunidades indígenas e despertar a solidariedade de todos os setores da sociedade para com suas necessidades.
Objetivos Específicos:
- Sensibilizar toda a Diocese em relação às dificuldades de subsistência dos povos indígenas, suas lutas e seus projetos de vida.
Linhas de Ação:
- Dar nosso testemunho de vida cristã e ajudá-los a serem eles mesmos, preservando a cultura e a tradição.
- Apoiar as atividades culturais, cantos e danças, por serem estes um instrumento importante na auto-afirmação das comunidades.
- Ajudar na implantação da Escola Guarani, na formação de professores e monitores indígenas, bem como na elaboração de um currículo escolar específico.
- Apoiar atividades de lazer, visando um maior entrosamento com as comunidades.
- Buscar desenvolver algumas práticas de saúde e conhecer a medicina tradicional, bem como o papel do pajé na cultura indígena.
- Desenvolver ações concretas para a subsistência, para que a comunidade volte a se auto-sustentar.
Estratégias:
- Determinar prioridades e critérios de ação.
- Estudar a realidade, a organização social e as tradições religiosas do povo indígena.
- Realizar encontros de formação para os agentes da pastoral.
- Criar subgrupos de trabalho que atuem em áreas específicas: educação, saúde, subsistência, etc.
- Buscar entrosamento com outros grupos ou entidades que atuam nas comunidades.
- Programar encontros e palestras nas escolas, para divulgar a presença das comunidades na região.
- Solicitar, dos párocos, espaço nas Missas Dominicais, para se falar dos Povos Indígenas.
- Buscar participar de programa nos Meios de Comunicação Social: rádio, televisão, jornais, etc.
- Elaborar, com a comunidade Guarani, um jornal informativo, em língua própria.
Organização:
Diante da presença de duas aldeias Guarani em território diocesano de Santo Amaro, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santo Expedito – Colônia. A Pastoral se organizou da seguinte forma:
- Reuniões quinzenais para um estudo específico sobre o povo guarani.
- Encontros mensais de formação para a equipe.
- Organizar visitas às comunidades, para uma programação conjunta com as lideranças e oferecer disponibilidade da Pastoral.
6.10. PASTORAL DOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Objetivo Geral:
Procurar valorizar, as pessoas nesta situação, visando torná-la um instrumento evangelizador dentro da comunidade e da sociedade como um todo, respeitando seus limites e suas realidades. Fazê-los entender, que também fazem parte deste processo de transformação, sócio-cultural e religioso.
Objetivos Específicos:
- Formar agentes para este trabalho;
- Conscientizar a família, clarear as mentalidades buscando uma maior integração familiar;
- Sensibilizar a Igreja com relação as pessoas com necessidades especiais;
- Lutar contra o preconceito e a exclusão;
- Tentar integrá-los dentro da sociedade;
- Denunciar as discriminações, etc;
- Mudar a mentalidade dos próprios portadores, levando-os a se auto valorizar.
Linhas de Ação:
- Organizar as famílias e a comunidade para refletir sobre o assunto;
- Preparar encontros de formação;
- Cursos;
- Elaborar, incentivar e coordenar esta Pastoral nas Paróquias.
Estratégias:
- Desenvolver atividades conjuntas;
- Procurar orientar as famílias com relação à busca de tratamento;
- Celebrações específicas;
- Convidar pessoas da área de dependência física e psíquicas para encontros e palestras a nível de formação.
Organização:
- Montar equipes nas Paróquias;
- Reuniões periódicas, para discutir, preparar, organizar e designar pessoas para realizar as atividades discutidas.
6.11. CEB’S
Objetivo Geral:
Estimular e apoiar na Diocese as Comunidades Eclesiais de Base como centros de evangelização e participação, um novo modo de ser Igreja e uma expressão forte de solidariedade para com os pobres a serviço da vida e da esperança.
Objetivos Específicos:
- Contribuir para que os valores litúrgicos encontrem expressão sempre mais autêntica nas celebrações e na vida das CEB’s.
- Que em cada comunidade se concretizem as diversas pastorais e que se possa atender a religiosidade popular, que é uma forte expressão de fé do nosso povo. (9º Intereclesial de CEB’s: Vida e esperança nas massas – São Luiz/MA – 1997).
- Valorizar as experiências dos membros da CEB’s que estão também envolvidos com problemas sociais do seu bairro, através da preocupação para com os doentes, desempregados, falta de escolas e creches, moradia e transporte, na defesa da mulher e também da cultura afro-brasileira.
- Incentivar para que as comunidades saibam acolher as diferentes formas de expressão de fé.
- Fortalecer a opção pela não-violência e pela defesa da vida que é fundamental para entender e viver a CEB como novo modo de ser Igreja.
- Contribuir para que as CEB’s, vivendo os problemas do povo simples e carente, sejam também responsáveis na promoção de um diálogo ecumênico.
Linhas de Ação:
- Valorizar as CEBs, marcando encontros com os responsáveis em suas paróquias e comunidades.
- Promover encontros com lideranças comunitárias.
- Revitalizar os setores de pastoral para um melhor trabalho e relacionamento das comunidades e paróquias.
Estratégias:
- Fazer um levantamento em nível comunitário, paroquial e setorial vendo o motivo e o porque do afastamento de muitas pessoas das comunidades.
- Organizar comunidades e grupos de rua, distritos e núcleos que atendam a nova realidade de evangelização da Igreja no Brasil e em nossa Diocese.
- Formar pessoas que assumam com entusiasmo a evangelização sempre em unidade com as Diretrizes da Ação Pastoral da Igreja no Brasil e de nossa Diocese.
1. DAMAS DA CARIDADE
Objetivo Geral:
Promoção social e religiosa da família pobre.
Objetivos Específicos:
- Fazer com que os membros da família sejam os sujeitos da própria libertação social.
- Dar à família pobre assistência material e religiosa.
Linhas de Acão:
- Cultivar a devoção à Eucaristia.
- Cultivar a devoção á Nossa Senhora.
- Cultivar a devoção á São Vicente de Paulo.
- Cultivar a devoção á Igreja.
- Cultivar a devoção ao Santo Padre, o Papa.
- Formação através de um estágio e aprofundamento.
- Formação através de reuniões mensais, reflexão bíblica e apostólica.
- Assembléia: central e diocesana.
Estratégias:
- Realizando reuniões da diretoria.
- Promovendo reuniões para organizar o trabalho.
Organização
- Reuniões periódicas com a diretoria e com s membros para a preparação e a realização dos trabalhos
2. CURSILHO
Objetivo Geral:
Evangelizar os ambientes e áreas de atuação dos cristãos, através de pequenas comunidades de fé.
Objetivos Específicos:
- Possibilitar a seus participantes a vivência do fundamental cristão (conversão integral para o Reino de Deus no horizonte de uma consciência crítica cristã).
- Possibilitar o surgimento de núcleos cristãos (pequenas comunidades de fé) nos ambientes (familiar, profissional, político, etc) núcleos que sejam evangelizadores a partir das realidades, como fermento, sal e luz seguindo o documento 45 da CNBB “Diretrizes Gerais da Pastoral” – “Núcleos de Comunidades Ambientais”.
- Ajudar o cristão leigo a descobrir sua vocação específica, proporcionando-lhe meios adequados de formação integral (escola da fé, reuniões específicas, encontros de formação, retiros, etc) e que a capacitem para a missa.
- Como movimento da Igreja, buscar seu lugar e função próprios na Pastoral Orgânica da Diocese: seu carisma é a Pastoral Ambiental no contexto da Pastoral Urbana.
Linhas de Ação:
- Atingir os cristãos leigos (as) pela ação transformadora do Evangelho.
- Capacitar os atingidos para serem protagonistas de uma Nova Evangelização nos seus ambientes e realidades próprias.
- Incentivar a comunhão eclesial com os pastores, os conselhos de leigos em seus respectivos níveis e com os demais movimentos da igreja.
- Preparar ambientes e candidatos (pré-cursilhos) para a proclamação da mensagem (cursilho) acompanhando-os e assistindo-os com meios adequados (pós-cursilho).
Estratégias:
- Preparando a semeadura da Palavra de Deus (pré-cursilho primeiro tempo):
- Selecionando ambientes e candidatos, preparando os responsáveis do anúncio querigmático. Tudo de comum acordo com a Coordenação Pastoral Diocesana, sobretudo quanto aos ambientes prioritários para a ação transformadora do Evangelho (inculturação).
- Semeando a palavra de Deus (cursilho) normalmente em 3 dias, nos quais proclama-se em chave querigmática a mensagem do MCC: o Plano de Deus / o Reino de Deus / o Segmento de Jesus de Nazaré, num clima de oração, reflexão, amizade fraterna e de vivência sacramental.
- Continuando a semeadura (pós0cursilho): propondo a prática doas núcleos ambientais, acompanhando seus participantes e oferecendo meios de educação na fé.
Organização
Toda a organização do MCC no Brasil está inserida em uma publicação própria “A mensagem do Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil”, editada em 1991, em perfeita sintonia com toda a igreja católica, especialmente na América Latina e no Brasil, em clima de serviço à Nova Evangelização ao Projeto Rumo ao Novo Milênio.
3. SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO (VICENTINOS)
Objetivo Geral:
Promover a família na dimensão material e espiritual.
Objetivos Específicos:
- Cultivar o espírito de oração segundo o fundador Beato Antônio Frederico Ozanam.
- Promover a devoção profunda ao Divino Coração e a Eucaristia.
- Participar freqüentemente da Santa Missa, da Comunhão, visitas a Jesus Sacramentado.
- Cultivar a devoção a Nossa Senhora através da recitação diária do terço.
- Cultivar a devoção a São Vicente de Paulo, imitando-o na sua ardente caridade.
- Cultivar a devoção à igreja e obediência ao Papa.
- Participar de retiros e dias de formação.
- Cooperar na busca de empregos, alimentação, saúde, realização civil (registro de nascimento, casamento, batismo, etc.), moradia, etc.
- Conscientização do clero da necessidade de apoiar e divulgar o trabalho Vicentino.
Linhas de Ação:
- Formar os vicentinos através de um rigoroso estágio na assimilação de espírito vicentino no campo espiritual, social e religioso (ECAFO).
- Reuniões semanais, mensais, festas regulamentares e outros.
- Recrutar novos membros, principalmente os jovens, para que possam fortalecer o trabalho.
- Sensibilizar os paroquianos da necessidade de promover os recursos necessários para o trabalho vicentino: alimento, roupas, material escolar, etc.
- Realizar a hora de Adoração em cada Conselho Particular, incentivando uma participação maior.
Estratégias:
- Reunindo-se com o Diretor Espiritual.
- Programando os trabalhos a realizar.
Organização
- Diretoria. Membros das Conferências, distribuídos nos Conselhos Particulares; estes, no Conselho Central; estes, no Metropolitano; estes, no Conselho Nacional.

